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Adriane avalia que Bolsonaro pode ter quebrado acordo com ela e Tereza por serem mulheres

A prefeita de Campo Grande, Adriane Lopes (PP), voltou a comentar, nesta quarta-feira, a aliança entre o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e Valdemar da Costa Neto (PL) com Eduardo Riedel (PSDB) e Reinaldo Azambuja (PSDB) para apoio a Beto Pereira (PSDB).

Por Midia NAS em 10/07/2024 às 18:53:10
Foto: Investiga MS

Foto: Investiga MS

A prefeita de Campo Grande, Adriane Lopes (PP), voltou a comentar, nesta quarta-feira, a aliança entre o ex-presidente Jair Bolsonaro  (PL) e Valdemar da Costa Neto (PL) com Eduardo Riedel (PSDB) e Reinaldo Azambuja (PSDB) para apoio a Beto Pereira (PSDB).

Adriane esperava apoio a ela, fruto de um acordo entre Tereza Cristina e Bolsonaro, mas foi surpreendida pela mudança  de posicionamento dele após conversa com Riedel e Reinaldo, em Bras√≠lia. Ao comentar o assunto, ela sugeriu que a aliança pode ter sido quebrada por ela e Tereza serem mulheres.

"Acordos na vida são feitos para serem cumpridos. Eu sou mulher e, quando dou minha palavra, eu cumpro. Esse foi um acordo quebrado e, talvez por eu e Tereza Cristina sermos mulheres, ficou mais f√°cil quebrar este acordo na pol√≠tica¬Ö O que eles não entenderam √© que Campo Grande não tem um dono e as pessoas são livres. Eu continuo sendo de direita, mantendo meus princ√≠pios, valores, defendendo a bandeira do conservadorismo", declarou em entrevista à R√°dio Hora.

Apesar da decepção, a prefeita, que tentar√° a reeleição, est√° de olho no apoio da direita da Capital. "Os conservadores de Campo Grande t√™m uma alternativa. Nos vamos seguir firmes, trabalhando, avançando. Acredito muito na força do trabalho, na proposta que estamos fazendo para nossa cidade.  Campo Grande não pode retroceder. Vou dizer para o conservadorismo, direita de Campo Grande: eles t√™m uma alternativa", afirmou.

Passada a frustração, a prefeita acredita que pode vencer o grupo formado, principalmente, pelo pr√©-candidato do PSDB. "Uma coisa são as decisões partid√°rias, mas as pessoas de Campo Grande são livres para fazerem suas escolhas. O eleitorado de Campo Grande não tem dono. Estamos em uma democracia. Os partidos podem tomar decisões, mas esqueceram que as pessoas não estão à venda", analisou.  

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