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Eleições MS

Eleição de 2026 terá redução de partidos e candidatos

A eleição de 2026 terá como marca o enxugamento do número de partidos e, consequentemente, de candidatos.


Foto: Poder360

A eleição de 2026 terá como marca o enxugamento do número de partidos e, consequentemente, de candidatos.

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Até o momento, ninguém se lançou como candidato ao Governo do Estado, o que deve influenciar ainda mais na construção das chapas, já que os partidos tendem a reduzir investimento.

Com a redução do número de partidos, a expectativa é de que o número de votos por candidato aumente, já que a concorrência será menor. Com isso, os pré-candidatos já estão focados nas contas para saberem onde as chances são mais reais.

Em Mato Grosso do Sul, o grupo ligado a Eduardo Riedel (PSDB), por exemplo, quer trabalhar com quatro partidos, reduzindo consideravelmente o número de candidatos.

O PSDB vive a expectativa de uma fusão e tem alguns partidos que pretende fazer aliança no Estado. Figuram neste grupo de aliados de primeira hora o Republicanos, PSD e Podemos, que inclusive são cotados para fusão.

Outros partidos estão próximos a Riedel ou Reinaldo Azambuja e também esperam entrar neste grupo. É o caso do União Brasil e MDB, que têm como lideranças Rose Modesto e André Puccinelli, respectivamente.

O PL, que tem como principal liderança Jair Bolsonaro, também pode entrar neste grupo próximo a Riedel. Isso depende de Reinaldo Azambuja, que se comprometeu a se filiar ao PL, quando convenceu Bolsonaro a apoiar Beto Pereira.

O Partido dos Trabalhadores (PT) também deve sobreviver ao corte da cláusula de barreira. Com dois deputados federais e três estaduais, o partido transita praticamente sozinho no campo mais da esquerda em MS.

PDT e PSB também devem optar por uma fusão para sobreviverem, mas devem enfrentar dificuldade para construção da chapa. Líderes do PSB, o deputado Paulo Duarte e o vereador. Carlão já avisaram que deixarão a sigla se a fusão se confirmar.

Cláusula de barreira

A cláusula de barreira foi criada para impor aos partidos políticos critérios para que possam acessar os recursos do fundo partidário e o tempo de rádio e TV, tendo como condição o desempenho nas eleições federais.

Em 2026, as exigências para sobrevivência dos partidos é ainda maior. As siglas precisarão de, no mínimo, 2,5% dos votos válidos nas eleições para a Câmara dos Deputados, distribuídos em pelo menos 1/3 das unidades da Federação, com um mínimo de 1,5% dos votos válidos em cada uma delas. Ou a eleição de pelo menos 13 deputados federais, distribuídos em pelo menos 1/3 das unidades da Federação.

Na eleição de 2022, por exemplo, apenas quatro partidos elegeram deputados federais em Mato Grosso do Sul: PSDB (três), PL (dois), PT (dois) e PP (um).

União Brasil, PSD, MDB e PRTB lançaram candidatos competitivos ao Governo do Estado, mas não conseguiram eleger deputado federal.

Com nove candidatos por chapa, considerando o quociente eleitoral, seriam necessários, aproximadamente, 15 mil votos por candidato para eleger pelo menos um, o que dificilmente acontece.

No PSD, por exemplo, na última eleição, Fábio Trad teve 43.881 votos e foi o oitavo mais votado, mas o partido não conseguiu votos para eleger um. O segundo colocado no partido, Júnior Coringa, teve apenas 12.241 votos, o terceiro, Chicão Viana, 9.545 e o quarto, Jorge Martinho, 5.179 votos.

A dificuldade tende a desanimar ainda mais os candidatos, visto que os favoritos devem evitar arriscar as fichas em siglas sem chance de eleger pelo menos um.

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